domingo, 18 de setembro de 2011

  Não se deixe soterrar
Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua pequena fazenda. Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado. O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá.

O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate. Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo.

O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais. No entanto, na medida em que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.

Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que, finalmente, conseguiu sair. Algumas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre.

É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.

Afinal, se nos permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções: Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo, ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre.

É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.
                    
 

Quando fracassamos 

Quando visualizamos a derrota antes da batalha.
Quando abandonamos a luta com medo da discórdia.
Quando ouvimos o Não antes da pergunta.
Quando silenciamos com medo da resposta.

Fracassamos...

Quando o dia amanhece na hora em que deitamos.
Quando o sono vem e não nos entregamos.
Quando o medo de sonhar se transforma em pesadelo.
Quando a vida se dilui na busca que fazemos.

Fracassamos...

Quando a chave da verdade abre as portas da mentira.
Quando lamentamos na chegada a hora da partida.
Quando o Amor vai a leilão no martelo da cobiça.

Mas fracassamos, ainda mais...
Quando choramos a morte diante da vida.

Maria Teresinha Debatin.
“As muitas faces  de um sujeito chamado eu”
                     


 O poder de ter e dar 

As únicas coisas que você pode ter de verdade, são aquelas que você é capaz de dar.  Aquilo que você não é capaz de dar somente o aprisiona.

Você só sabe verdadeiramente algo quando é capaz de ensiná-lo. Você só conhece o amor  quando é capaz de dá-lo. Você só conhece a felicidade quando consegue levá-la aos  outros. Você só terá abundância quando acrescentar valor à vida de outros.

Isto não quer dizer que temos que dar tudo que temos, mas, acima de tudo, é a habilidade  e disposição para dar, que nos traz tudo isso. Você consegue imaginar algo mais
miserável que ter tudo no mundo e não ter com quem dividir?

O que quer que você esteja segurando e escondendo do mundo – suas habilidades, seus  pensamentos, sua paixão, seu conhecimento, seu entusiasmo, sua coragem

– está  segurando você. As riquezas que você possui, sejam elas materiais, intelectuais ou  espirituais, não têm valor nenhum se você não usá-las 

                    
 

Bom dia!!


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