quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A confiança que a sinceridade traz
O desejo sincero de ser útil, de contribuir, nos dá confiança nas situações  difíceis – telefonemas de vendas, entrevistas de emprego, discursos em  público, confrontos, pedidos de ajuda, solução de diferenças.

Quando você é realmente sincero no seu desejo de ajudar, isso será  percebido. Você terá uma confiança natural e uma eficiência que só  aparecem quando o que você está fazendo tem valor.

Considere com cuidado o que você tem a oferecer e o que você pode fazer  pelo outro. Como seu relacionamento irá beneficiá-lo? Agora pense em  como você se sentiria se alguém ligasse para você e mostrasse real  interesse em ajudar. Não seria maravilhoso?

O desejo sincero de ajudar é mais do que uma intenção. Inclui a  determinação de estar adequadamente preparado e fazer aquilo que lhe  colocará na posição de poder ajudar. 



Que Saudades!

Ando com saudades de café com pão. De namorados dando beijinhos no portão. De pedir bênção a pai e mãe.
(Deus te abençoe!) De ver um varal cheio de roupa,
com cheiro apenas de sabão. De ver alguém sorrindo enquanto, lava a louça com bucha vegetal.

De sentir respeito pela polícia. De cantar o Hino Nacional, com mão no peito e lágrimas nos olhos; De acreditar que o Brasil ganhou a Copa do Mundo porque jogou direito.
De saber que o Zezinho, filho do porteiro, não vai morrer de dengue. E que Maria feirante poderá ter um filho médico.

Saudades de homens que usavam apenas o assobio como galanteio.  Fiu-fiu!  Morro de saudades do tempo em que o presidente de uma nação era o  mais respeitado cidadão do país. Que cadeia era lugar só de ladrão. Acho que andaram invertendo a situação. Ando com saudades de galinha de galinheiro. De macarrão feito em casa, com tempero sem agrotóxico; De só poder tomar guaraná em dia de festa. De homens de gravatas. De novela com final feliz. De pipoca doce de pipoqueiro;

De dar bom-dia à vizinha;

De ouvir alguém dizer obrigado ao motorista e ele frear devagarzinho, preocupado com o passageiro. Saudades de gritar que a porta está aberta para os que chegam. Saudades do tempo em que educação não era confundida com  autenticidade.

Hoje, se fala o que quer em nome de uma "tal" verdade e pedir perdão  virou raridade. Ando com saudades de ver no céu pipas não atingidas pelo efeito estufa. Saudades das chuvas sem acidez, que não causavam aridez.
Saudades de poder viajar sem medo de homem-bomba.

De ser recebida com pompa em outra nação. Atualmente, reina a desconfiança no coração. Sinto muitas saudades do rubor das faces de minha mãe, quando se falava  de sexo. Totalmente sem nexo Hoje, ele é tão banal que até eu banalizei.

Acho que a maior saudade que tenho é a saudade de tudo que acreditei. Para meus filhos não poderei deixar sequer a esperança. Hoje, já não se nasce criança!!!

Bom dia!

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