sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Solidão

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer  sexo... isto é carência. 

Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes  queridos que não podem mais voltar... isto é saudade.

Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para  realinhar os pensamentos... isto é equilíbrio.

Tampouco é o claustro involuntário que o destino nos impõe  compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio  da natureza.

Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isto é circunstância. Solidão é muito mais que isto. Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela  nossa alma.



Depende de mim...
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio  marque meia-noite.  Minha função é escolher que tipo de dia que vou ter hoje.

Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem  a rua. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para  administrar minhas finanças, evitando o desperdício.

Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu  queria ou posso ser grato por ter nascido.

Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter  um teto que abrigue minha família e meus pertences.

Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a  possibilidade fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para  recomeçar. O dia está à minha frente, esperando para ser o que eu quiser.

E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma ao meu dia e ao mundo. Tudo depende só de mim.

Bom dia!!

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